Tá...eu vou escrever mesmo de luto! Que tristeza!
Mas, bom....Vocês conhecem as três versões do Los Hermanos?? Três??? É...acho que é mais ou menos isso. Talvez involutariamente, mas....Vamos a primeira: 4 estudantes da PUC do Rio de Janeiro se reúnem e formam uma bandinha. Fazem seus pequenos shows, gravam demos (toda aquela história do circuito independente) e conseguem uma apresentação no Abril Pro Rock. Lá, eles se destacam e começam a aparecer, principalmente com uma música-chiclete: Anna Júlia. Não demora para a música virar um verdadeiro fenômeno. O cd vende centenas de milhares de cópias, aparecem no Faustão, Anna Júlia torna-se o hit do Carnaval Baiano em versões de Ivete Sangalo, Frank Aguiar entre outros. Durante todo esse tempo eles mantiveram uma postura meio fora disso. Sempre diziam que a banda não era apenas Anna Júlia, brigaram com a gravadora e tal. Fim da parte 1. Passa um ano, eles entram em estúdio de novo. Começo da versão 2. Os hermanos se refugiam em um sítio no interior do Rio para gravar e mixar o sucessor do disco homônimo. Ao finalizar o disco, mostram para a gravadora que, imediatamente, proíbe. Não havia músicas fáceis e algumas delas tinham longos trechos instrumentais (incluindo um solo de tumba). Ou seja, o cd não era um bom produto (na visão da gravadora). A solução (tomada em conjunto pela gravadora e pela banda) foi de remasterizar um cd com um produtor diferente. O resutado ficou no meio-termo: Na verdade não agradou nenhum dos dois. A banda, então, se torna meio cult. As vendas são ínfimas, mas a crítica o considera um dos melhores cds do rock brasileiro de todos os tempos (Bizz, Zero, Folha de S. Paulo, etc.). Aí começa a ficar legal. Os shows reunem apenas fãs. Fãs de verdade. Eram shows emocionantes. Costumavam ir apenas umas 200, 300 pessoas, mas todas extremamente fiéis. A devoção pelo grupo era incrível. Outra coisa que era bacana, era que as pessoas nos shows eram sempre as mesmas, os fiéis! Só que, no boca a boca, esse fenômeno foi crescendo. Cresceu, cresceu...e aí começou a terceira versão: Os hermanos lançam o cd Ventura. Puta cd! Não havia músicas comerciais mas, ao mesmo tempo, elas não exigiam a complexidade que o Bloco exigia. Com isso o público foi crescendo.....primeiro um pocket-show completamente lotado na fnac. Eu vi todo mundo que costumava ver nos shows anteriores, mas havia muitas outras pessoas "estranhas"....como assim????? Então foi o show oficial de lançamento do cd no DirecTV...lotado!!! E foi assim....a banda foi crescendo, crescendo e agora se perdeu! Não digo nas músicas (que continuam ótimas e emocionantes), não digo na atitude deles (que continua simples) mas digo no TESÃO de ouvir a banda. Sei lá, mas eu acho legal ouvir uma coisa que não é conhecida por todo mundo! Porra, o que é mais legal: Um show pra umas 200 pessoas fiéis e emocionadas ou um outro show com 9.000 pessoas, sendo que várias estão lá porque é "mó legal"!!!?????
Mas eu escrevi tudo isso porque acho q eu já desesti deles. Ainda ouço o cd e tal...mas shows, acho que não. Na turnê passada eu não consigo nem lembrar em quantos shows eu fui, mas foram vários. Agora chega...quando não se encontra mais as pessoas com quem antes se encontrava e, no lugar delas, há várias que não deveriam estar ali é porque tem alguma coisa errada. Então, acabo de eleger meu "novo Los Hermanos": Móveis Coloniais de Acaju. Puta banda legal! Eu já tinha ouvido falar deles, mas os conheci melhor na Outs, em um show que aconteceu domingo. A banda é meio ska, com música brasileira, com flauta e tem um puta cantor. não que ele seja um ótimo cantor, mas tem atitude, presença de palco (como todo o resto da banda). As letras são divertidas, diferentes, ousadas, beiram o absurdo até. Músicamente não tem taaaaanto a ver com Los Hermanos. Para isso eu poderia me "dedicar" ao Latuya, Ramirez (que, alías, são bem boas) mas algo aocnteceu naquele show. Não sei explicar o que....Parecia que todo mundo estava se divertindo, mas com emoção....não sei explicar....mas foi uma coisa parecida com o que aconteceu comigo no meu primeiro show dos Hermanos no Blen Blen.
Então....espero que dê tudo certo com o Móveis Coloniais de Acaju.....pelo menos pra mim....
Deixo um trecho de uma letra:
"Por você aprenderia
Esperanto e traria
Gorbatchev para uma série de palestras
Na casa da minha tia
Onde todos beberíamos chá
Na cada da minha tia
Fofocando sobre a Perestroika"
Romântico, né!
Hoje não tem textos nem nada. Pelo menos por enquanto....

Hoje saiu uma matéria no Estadão sobre o Cine Elektro. Esse evento é um projeto itinerante da empresa Elektro, que passa por diversas cidades do interior de São Paulo e do Mato Grosso do Sul. Muitas dessas cidades não possuem nenhuma sala de cinema, consequentemente, muitos dos espectadores nunca viram um filme na telona. Esse tipo de iniciativa é legal pra cacete! Pensando agora, me lembrei de dois outros projetos que fazem ações parecidas: o primeiro é o projeto Aprendiz, mas as sessões ocorrem dentro do próprio lugar. Outro projeto é o da diretora Laís Bodanzky (Que dirigiu Bicho de 7 cabeças) chamado Cine Mambembe. O foco deste projeto era voltado para pequenas cidades do Brasil inteiro. Além disso, as sessões exibiam apenas filmes brasileiros. Na verdade eu não entendi direito essa história de Cine Mambembe porque, pelo q eu sei, o projeto dela se chama Cine Tela Brasil. Já saiu em várias revistas, jornais e tal....mas.....Bom, deve apenas ter mudado de nome. Foda-se, né? isso não é importante....
Fica uma frase de um dos espectadores: "Cinema é isto? Mais legal do que eu imaginava." Pô....que lindo! que simples!! foda isso!
Daí me veio a óbvia idéia de fazer um documentário sobre isso. Mas, evidentemente, ele já existe. Foi feito pela própria Laís e se chama "Cine Mambembe, o Cinema Descobre o Brasil". O problema é que conseguir ver um documentário desses, principalmente sendo um média-metragem é bem foda. Quem conseguir, por favor me avise!!!!!
Tá!! Tá!! Tá!!
Eu não ia falar deles. Eu não quero falar deles! Não tem simplesmente mais nada pra falar deles!! Mas eu vou....saco!!!! Então, vamos lá. Essa bandinha já tá aí enchendo o saco há quase um ano. Tudo começou com o safado do Lúcio (admito) escrevendo que Fake Tales Of San Francisco era a musiquinha do momento. Então eu baixei....era realmente boa, talvez bastante boa. Só que daí o problema foi aumentando. Os moleques só tinham uns 19 anos e o Lúcio resolveu falar deles toda santa semana. Daí começou a sair nas revistas, todos os sites de música e em todos os outros lugares possíveis. Puta inferno!!!!!! A bandinha ficou perseguindo a todos.....então encheu o saco. Mas vou falar dos fuckin´ Monkeys por três motivos:
1 - Eles aprenderam a tocar violão sozinhos, com os livrinhos de acordes das músicas do Oasis. Só podia dar nisso....
2 - É uma das poucas bandas que o Noel gosta. Calma!!!! Eu não sou um paga pau babacão! É que se eu gosto da música do cara e o cara gosta de uma música, provavelmente eu vou gostar, né?? Faz sentido...
3 - Comprei o CD e é bom pra cacete!
Obviamente este último motivo é o maior deles! Porra!!! O cd é muuuuuuito foda mesmo! Eu já tinha quase todas as músicas há algum tempo graças a internet, mas a qualidade dessas mesmas músicas no cd é muuuuuito diferente. Fica tudo bem melhor!!! Aliás, como alguns devem saber, sou um grande defensor do cd!! no mínimo nesse caso, tenho certeza que estou com a razão.
Todo mundo fica falando de I Bet You look good on the Dancefloor, Dancing Shoes e Fake Tales. Não que elas não sejam boas (talvez já enjoaram), mas, com certeza as melhores músicas do CD são as 3 últimas: When the Sun Goes Down, From the Ritz to the Rubble e a "libertina" A Certain Romance. São muito fodas mesmo!!! Ouve aí.....mas compra o cd, por favor! Ou copia, sei lá! Mas ouve a versão do cd!
Eu não acho que eles são o futuro do rock simplesmente porque não acredito que o rock tenha um futuro assim. Quer dizer, hoje em dia, é tudo muito efêmero. Não só com a música mas, com o MP3, IPods, My Space e essas coisinha do gênero, cada dia surge uma nova banda que irá salvar o mundo. Há algum tempo foram os "the": The Vines, The Hives e o The Strokes. Desses, só o Strokes sobrevive com dignidade (aliás, Juicebox é a melhor música deles), os outros sumiram totalmente. Além disso, muitas dessas bandas não tem tempo nem de chegar no Brasil. Zutons, 22-20s, The Cribs e um montão de outras não tem seus cds lançados por aqui. Agora há pouco, foi a modinha dance-rock do Franz Ferdinand, Killers, Bravery e tal...."agora há pouco", como assim? É...acho que eles já não são mais os mesmos! O cd do Franz é foda, o do Killers provavelmente vai ser, mas se vc olhar as capas das revistas tipo NME, Word, Q ou alguma outra da Inglaterra.....
Provavelmente, quando os Arctics já forem velhões, assim, com uns 23 anos, já vão estar aposentados, produzindo cds das novas salvações do rock. Agora, o pior de tudo. Sabe qual é a nova esperança (ué? não era Arctic Monkeys): The Muldoons, que tem na formação dois irmãos de 8 e 11 anos e o pai dos garotos na bateria. Então bleleza!!!!!!!!!!!
Mas, resumindo, ouça Artic Monkeys porque é bom pra cacete!!!!!!!!!!!!!!
PS: Se houver alguns erros de português e tal, vocês me perdoem, mas não vou ficar revisando os textos.
Não deu pra resistir......Rubens Alves para presidente?????????
"O mundo é cheio de espanto, e as crianças querem aprender o espanto, mas, chegam à escola e têm que aprender sobre mitocôndrias."
"Somos tão incompetentes que temos que pensar. Comparo a inteligência ao pênis. Ela é flácida, mas, se provocada, começa a sofrer transformações hidráulicas incríveis"
"O terrível do vestibular é que as pessoas têm que saber tudo. E ninguém precisa disso. A competência só não chega. Para que serve uma canção? Para nada. Mas é tão maravilhoso, tem a ver com a convivência das pessoas. Entre os alunos, tem que se aprender como conviver, a gostar da vida, não só aprender a passar no vestibular."

Só uma rapidinha pela manhã......
Ontem eu recebi uma notícia bem interessante. Tal notícia foi veiculada no Jornal do Brasil (do Rio de Janeiro) no final do mês passado. Como não consegui colocá-la aqui, a história é a seguinte: Um cara com seus 20 e poucos anos fez um curta-metragem. Esse curta foi recusado no festival de Cuiabá mas acabou sendo incluído na mostra especial de Cannes. CANNES. CANNES!! Além disso, vale lembrar que ele já havia feito um filme que também fora recusado. Agora, um trechinho especial: "Ambos não conseguiram recursos dos editais e fomento do Ministério da Cultura ou sequer mereceram o aval da Escola Superior de Propaganda e Marketing, onde Bruno estudava comunicação com especialização em publicidade".
Vaiiiiiiiiii ESPM!!!!!!!!!!!
Pô!!!!!!!! agora pouco eu tava lá na FNAC (afinal, minhas horas de almoço têm que ser um pouquinho produtivas) e resolvi dar uma olhada na revista inglesa Q. Pra variar, eles fizeram uma listinha. No caso, os 50 piores cds da história. Eis então que eu vejo na lista, na quadragésima sexta posição: Standing on the Shoulders of Giants - Oasis!!! Vai pra puta que pariu!!! Primeiro que existem uns 50.000.000.000.000.000 cds piores que esse! Eles só querem aparecer...revisitnha de merda...é só pra encher o saco, mesmo! Qualquer cd do Coldplay, do Embrace, do Stone Roses, do Suede e sei lá mais de quem são bem piores. No SOTSOA tem Gas Panic, Where did it all go wrong, Roll it over e Sunday Morning Call. Aliás, todas essas são cantadas pelo Noel...hehe......Mas também tem Little James, que foi a primeira música escrita pelo Liam a entrar em um cd do Oasis. E também tem Fuckin´ in the Bushes, música que abre os shows da banda com o humilde objetivo de deixar todo mundo em transe!! Então foda-se essa revistinha de merda.
Bom, se vc ficou interessado, o primeiro lugar dos 50 piores cds ficou com o Duran Duran. Isso sim é merecido.
Só pra finalizar, um sábio comentário do Estado de S. Paulo sobre o Bonde do Rolê: "O grupo barbariza no mau gosto explícito. Como na letra de Cai nimim, que parece uma versão sarjeta do Scissor Sisters".......cala a boca, vai!!
E, ainda, um trecho de uma análise do Clóvis Rossi sobre a nacionalização do petróleo e do gás na Bolívia: ".....Como se já não bastasse a ousadia de tomar uma medida de esquerda, em vez de apenas dizer que é de esquerda........" tooooooooma todo mundo!

Foto do Filme abaixo.....
Nesse feriadinho eu tive tempo de ver um monte de filmes! Ainda bem! fazia um tempão que precisava disso. Bom, vou começar falando sobre o melhor deles: A Natureza Quase Humana. O filme é dirigido pelo Michel Gondry, que também dirigiu Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, além de uma porrada de clipes geniais como Fell in Love With a Girl, do White Stripes (aquele do lego, sabe?) e Everlong, do Foo Fighters. O roteiro foi escrito por Charlie Kaufman, o alucinado que escreveu Quero ser John Malkovich, além de Brilho Eterno, também. Aliás, nesse filme, Kaufman ficou com todos os créditos e acabou ofuscando um pouco a participação de Gondry....mas, foda-se, né! Pensando no Quero ser John Malkovich, deve ser uma experiência bastante curiosa entrar na cabeça do Kaufman. Quer dizer, acho que se houvesse uma, duas, tres ou até 17 pessoas para entrar na cabeça, ele provavelmente não seria uma delas...mas que deve ser interessante, deve. Ele deve ser bem mais perturbado do que mostra em Adaptação. Com certeza!! Mas bom, voltando ao filme, o elenco é formado por Tim Robbins, Patricia Arquette e Rhys Ifans. Sabe quem ele é??? Sabe sim!!! Ele participa, também, de um clipe de uma bandinha lá da Inglaterra, de Manchester para ser mais preciso. Essa bandinha até tocou aqui no Brasil há pouco tempo.....conhece??? Bom...Eu até ia contar um pouquinho da história mas achei uma explicação, feita pelo próprio Ifans, muito boa: “Eu interpreto um sujeito que, quando era muito jovem, foi levado para uma floresta pelo pai, para ser criado como um macaco. Então, ele é descoberto por um cientista com um pênis muito pequeno e uma mulher muito cabeluda”. É isso aí!! Só vale lembrar que na verdade a mulher não é muito cabeluda e, sim, muito peluda. Na verdade esse cientista do pinto pequeno pega o homem-macaco para uma pesquisa com o objetivo de não apenas humanizá-lo, mas torná-lo um verdadeiro Lorde. Ele aprende inglês, música eurudita, literatura e tal. Sei lá, mas um puuuuuuta filme. Só pra terminar, um diálogo sensacional: não!!! não!! calma....deixa eu contextualizar: O pai do homem macaco, o Sr. Macacão, havia fugido com o filho para a floresta, abandonando sua mulher em casa. Então, no final do filme, quando ele está pronto para voltar à floresta, uma mulher aparece:
- Oi filho! Sou sua mãe. Por favor, fique na civilização .......................(Tá bom!!!!! não foi beeem isso o que ela disse, mas essa era a idéia....)
- Mas mãe, eu sou um macaco! Aqui é meu lugar.
- Ta bom filho, me escreve algumas cartas pelo menos.
- Mas mãe, macacos não escrevem cartas.
Boa, Sr. Kaufman!!!!!!!!!
da BBC, em Londres Uma porta-voz do grupo disse que Richards sofreu uma "leve concussão" e foi levado ao hospital por precaução. Cara!!!! Que que o alucinado do Keith Richards tava fazendo em cima de uma palmeira?????????????? Esse cara é um gênio.....Eu não lembro direito quando foi mas, na Blender, eles costumam fazer uma estimativa de até quando os artistas vão viver. Nisso, valem as experiências com drogas, álcool e todo o resto. Naquela típica tiração de sarro da revista, "diagnosticaram" que ele é um morto-vivo, afinal com todas as drogas (principalmente), já deveria ter morrido a uns 20 anos!!! hehehe! Então, uma pequena homenagem a ele e toda sua beleza! ![]()
De acordo com a mídia na Austrália e na Nova Zelândia, o guitarrista machucou sua cabeça quando caiu de uma palmeira.
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